Tragédia no Mediterrâneo: naufrágio de imigrantes

Tragédia no Mediterrâneo: naufrágio de imigrantes

Tragédia no Mediterrâneo: naufrágio de imigrantes

Um trágico naufrágio no Mar Mediterrâneo resultou na perda de mais de 100 vidas, com apenas um sobrevivente encontrado. A ONG humanitária Sea-Watch divulgou que a embarcação partiu da Líbia com esperanças de alcançar a Europa, mas desapareceu nas águas turbulentas logo após lançar um pedido de socorro.

Viagem perigosa

A perigosa travessia começou em Zuwarah, uma cidade costeira na Líbia, em uma tentativa desesperada de escapar de condições adversas. O navio enfrentou tempestades violentas, com ventos que atingiram velocidades de até 40 km/h, logo poucas horas após sua partida, segundo o único sobrevivente.

Operação de busca e relato

A Sea-Watch, com a assistência de seu avião de vigilância Seabird, iniciou buscas na região após o SOS ser emitido. Infelizmente, as operações não conseguiram localizar a embarcação a tempo. “116 pessoas morreram em outro naufrágio em 2025. A violência na fronteira não para no Natal. Se as fronteiras estivessem abertas, essas pessoas provavelmente nunca teriam sido forçadas a cruzar o Mediterrâneo. Exigimos respostas! Tudo o que queremos para o Natal são fronteiras abertas”, declarou a organização em suas redes sociais.

Recuperação dramática

Um pescador tunisiano fez o resgate do sobrevivente, que relatou que as condições do mar deterioraram-se rapidamente após a partida. Ele é a única testemunha de um desastre que trouxe novamente à tona questões urgentes sobre a segurança e a situação dos refugiados no Mediterrâneo.

Reflexões e apelos

O caso destaca a constante tragédia enfrentada por aqueles que arriscam suas vidas para buscar um futuro melhor na Europa. A Sea-Watch e outras organizações humanitárias continuam a pressionar por políticas de imigração mais compassivas e seguras, enfatizando que muitos destes incidentes poderiam ser evitados com fronteiras mais abertas e processos de imigração supervisionados.

Baseado em: G1

Foto: Reprodução/G1

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