Trump adiciona nome ao Kennedy Center sem aval do Congresso

Trump adiciona nome ao Kennedy Center sem aval do Congresso

Trump adiciona nome ao Kennedy Center sem aval do Congresso

Em um movimento inesperado que gerou controvérsia e debate, o nome de Donald Trump foi adicionado ao Kennedy Center, icônico memorial de artes cênicas de Washington. A decisão de renomear o local como “Trump-Kennedy Center” foi implementada apesar da falta de aprovação do Congresso, o que levantou questões sobre sua legalidade.

Contexto Histórico

O Kennedy Center, batizado em homenagem ao presidente John F. Kennedy em 1964, atua como um dos principais centros culturais dos Estados Unidos. A mudança ocorreu após Trump ter reformulado seu conselho curador em fevereiro de 2025, assumindo a presidência. A nova composição do conselho, incluindo figuras influentes como Usha Vance e Suzie Wiles, apoiou a alteração de nome.

Reações e Implicações

A decisão não passou despercebida. Historiadores e líderes políticos, especialmente do Partido Democrata, expressaram forte oposição. Maria Shriver, sobrinha de Kennedy, compartilhou sua indignação nas redes sociais, destacando: “Será que não conseguimos ver o que está acontecendo aqui? Isso é simplesmente bizarro.” O sentimento é ecoado por Hakeem Jeffries e Chuck Schumer, que já questionaram legalmente a mudança.

Legislação e Desafios Futuros

O ato de renomear uma instituição federal como o Kennedy Center, destinado a homenagear outro presidente, é inédito e, possivelmente, ilegal sem a aprovação do Congresso. A lei vigente proíbe explicitamente tais alterações sem autorização formal, tornando a situação atual um ponto de discussão contínuo entre legisladores.

A Repercussão Pública

Para o público e críticos, a adição do nome de Trump ao Kennedy Center é vista como uma extensão de um padrão de comportamento que muitos consideram desrespeitoso. Com o site do centro já atualizado para refletir o novo nome e a fachada alterada, a expecta tiva é de que futuros desenvolvimentos legais e políticos surjam sobre o caso.

Fonte: G1

Foto: Reprodução/REUTERS

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